Quando alguém fala em Éder Aleixo, a cabeça do futebol brasileiro vai quase no automático: Atlético Mineiro, Seleção de 82, a bomba de esquerda, gols absurdos, cabelo volumoso, personagem folclórico, craque de bola, galã que recebia pilhas de cartas apaixonadas nos anos 80.. O que pouca gente lembra é que, em 1993, já na reta…